Crivo TransUnion estuda mercado brasileiro
Companhia avalia oportunidades para o primeiro ano de atuação no País 20/06/2012 05:20
» Rodrigo Del Claro e Maria Olga Rehbein
A novidade do mercado de informação é que a TransUnion chegou ao Brasil. A companhia, que está presente em outros 10 países da América Latina, já estudava as possibilidades de entrar no País há alguns anos. As conversações com a Crivo foram iniciadas em agosto de 2011 e a negociação foi fechada em dezembro, com a compra de 80% da brasileira pela multinacional, e a criação da Crivo TransUnion. "O Brasil é um país extremamente atrativo, que vem crescendo de maneira muito importante e que representa uma grande oportunidade para a TransUnion trazer múltiplas soluções e compartilhá-las com o mercado brasileiro", revela Maria Olga Rehbein, presidente para a América Latina e Caribe da TransUnion, em entrevista exclusiva ao Portal Crédito e Cobrança.
 
A executiva explica que há grupos de trabalho visitando e analisando o mercado para entender o que se passa e quais são as oportunidades na área de crédito, seguro, saúde, etc, para trazer soluções que agreguem valor e satisfação às necessidades do país. "Queremos ser um jogador muito importante no mercado brasileiro", frisa.
 
Com a união dos portfólios, no País, o objetivo é agregar valor na operação nacional e trazer a experiência de 32 países e 40 anos de atuação para o Brasil, de acordo com Rodrigo Del Claro, diretor comercial e de marketing da Crivo TransUnion. "A meta é fazer a Crivo crescer. Trazer a experiência da TransUnion mundial e dos mercados emergentes, em especial os BRICs, e know how, produtos, tecnologia e gestão e fazer com que a Crivo acelere ainda mais o crescimento", aponta o diretor.
 
Em fase inicial de estruturação, a companhia concentra esforços em analisar as necessidades não só do mercado brasileiro de bureau, que é o core business, como dos demais contemplados pela empresa. "O principal foco é estudar o mercado, entender onde está o gap e trazer produtos inovadores e diferentes", revela Del Claro. "Os consumidores são os grandes ganhadores com a presença da TransUnion no Brasil", complementa Maria Olga.
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Crivo, TransUnion
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